6 dicas para escolher uma agência de tradução

Na Era da Globalização em que vivemos, a capacidade de nos fazermos entender num outro local do mundo, de nos inserirmos numa outra realidade e de lidarmos com pessoas e entidades distintas é quase sempre determinante para o nosso sucesso e para o crescimento da nossa empresa.

Torna-se particularmente complicado escolher uma agência que possa ficar encarregue do nosso projeto, que derrube barreiras, mesmo quando falamos outra língua. Afinal, por vezes temos de entregar um documento original, que nos levou meses a conseguir, que custou dinheiro e que é precioso, ou temos de partilhar informações e até segredos, que nos deram tanto trabalho a produzir: uma tese de mestrado, um vídeo promocional ou um texto de marketing.

Seja qual for o caso, a avaliação e decisão entre profissionais do ramo linguístico é difícil. Há muita oferta no mercado, a página do Google enche-se de sugestões e nem sempre são claras as razões pelas quais se deve optar por uma ou outra agência ou até por outras soluções alternativas.

Para o ajudar na sua escolha, elaborámos 6 fatores diferenciadores a que deve dar prioridade quando estiver a escolher os profissionais para o acompanharem no seu projeto:

1. Acompanhamento:

Este é um ponto crucial na decisão. Se a agência procura atendê-lo de forma célere, mas completa, será, muito provavelmente, a escolha certa. É importante que este acompanhamento se estenda do pedido de orçamento à finalização do trabalho. Para além disso, para que possa decidir a quem deverá entregar o seu projeto, será de valorizar a preocupação da agência em entender exatamente aquilo que pretende.

Pessoa a falar ao telefone

2. Disponibilidade:

Há sempre alguém disponível para o atender, para o ajudar, para encontrar a melhor solução para as suas necessidades e para resolver algum problema que tenha surgido? Se sim, é sinal de que a empresa é de confiança e se preocupa com o cliente antes da adjudicação, durante o processo e depois da conclusão do trabalho.

3. Revisão:

A agência defende que o processo de tradução deve sempre incluir uma fase de revisão? Este é um bom indício de que o trabalho será executado de forma profissional e perfecionista.

Mãos a escrever em teclado

4. Conteúdos:

Leia os conteúdos do website da agência. Se tiver publicações, como, por exemplo, artigos num blog, melhor ainda! Aqui poderá ter um vislumbre do nível de qualidade de redação dos profissionais da agência que, naturalmente, se reverterá na qualidade dos seus trabalhos. Se a escrita for correta a nível ortográfico, de construção frásica e de fluidez do discurso, então, mais um ponto a favor dessa agência.

Coração ou "like" néon

5. Reconhecimento:

Há testemunhos positivos no website ou comentários agradáveis nas redes sociais da agência? Esse é um bom sinal. Se a agência colhe os elogios dos clientes, sejam eles grandes empresas ou particulares, é indicativo de trabalho bem executado e de uma conduta profissional.

6. Passa-palavra:

Alguém do seu núcleo de amigos ou familiares recorreu a algum serviço similar? A melhor recomendação é sempre aquela dada pelos que lhe são próximos, pelo que o melhor é pedir opinião a quem for da sua confiança.

Grupo de amigos a conversar e a rir

Naturalmente que não é obrigatório que a agência cumpra todos estes pré-requisitos, cada um deles é apenas um ponto a mais, uma segurança na tomada de decisão. Por exemplo, se a agência for de pequena dimensão, pode ser pouco conhecida e, por isso, não ser falada, o que não significa que seja uma má escolha. É importante pesar nos pratos da balança e avaliar caso a caso. Se, ainda assim, as dúvidas permanecerem, nada melhor do que contactar a agência e esclarecer todas as dúvidas.

Esperamos que, com a ajuda deste artigo, agora possa escolher de forma consciente, mais rápida e que todo o processo se torne também mais fácil.

E-EPIK-Eficiência-Elsa

Começamos o novo ano, e esta viagem na partilha de conteúdos, a falar de quem nós somos e das pessoas que constroem, a cada dia, o ADN da TETRAEPIK.

A primeira pessoa de quem vimos falar é da Elsa, um dos 4 sócios da empresa. Se a Eficiência tiver primeiro nome, é Elsa. Elsa Eficiência não fica muito bonito, pois não? Nem por isso, mas acreditem em nós, faz todo o sentido!

Ficha técnica:

Nome completo: Elsa Maria Pereira Gomes

Idade: 46 anos

Local de nascimento: Lisboa

Formação académica: Curso Superior de Tradução (ISLA)

Nasceu em Lisboa, no seio de uma família pequena, mas com grandes valores humanos.

Amante de um bom policial, viciada em Mentes Criminosas e com uma paixão assumida por Agatha Christie, a Elsa vibra com a adrenalina de uma boa trama. Se não tivesse agarrado “com as duas mãos a oportunidade de uma vida” e embarcado nesta viagem chamada TETRAEPIK, hoje estaria, certamente, a deslindar casos bicudos de investigação criminal.

Adora dançar e é sabido que, nas festas de aniversário da empresa, depois da refeição e de pôr a conversa em dia, assim que a música começa a tocar, lá está a Elsa a dar o seu pezinho de dança. Foi aos 24 anos que, num pas, não de deux, mas de quatre, fundou aquilo que viria a ser o projeto de uma vida: a empresa de serviços linguísticos que, desde que começara a trabalhar na área, sempre idealizou. Tinha conhecido outras realidades e digamos que nem todas as empresas bailam ao mesmo ritmo e a Elsa sabia exatamente o compasso certo para que a TETRAEPIK fosse um bonito espetáculo de dança.

Considera-se teimosa e gosta da palavra «resiliência». Talvez seja esse seu lado que lhe permite trazer valores como a resistência e o espírito de sacrifício à nossa empresa, que muito valiosos foram na altura que, para a Elsa, foi a mais difícil na vida da empresa: a recessão de 2002.

Por outro lado, aos seus olhos, o melhor momento teve lugar na “atribuição de um prémio internacional de qualidade”, em 2007. Significou o reconhecimento de um trabalho diário: trazer o melhor de nós a cada projeto.

É uma mulher confiante, segura e determinada e, numa espécie de autoscopia, disse:  “consigo (quase) sempre chegar ao sítio certo, mesmo que me vá perdendo ocasionalmente pelo caminho”. Foi capaz, e fá-lo diariamente, de trazer esta energia para a TETRAEPIK e sente “orgulho. O ter transformado uma coisa que tinha tudo para correr mal, numa coisa que tem corrido extraordinariamente bem”.

TETRAEPIK: Como é ser sócia e Quality Director da TETRAEPIK e quais os principais desafios que enfrentas?

Elsa: A sociedade é fácil. Tive a sorte e o privilégio de ter encontrado os sócios certos. Ser Quality Director é mais difícil. É a qualidade que nos define enquanto empresa e que nos permite estar no mercado com sucesso há 22 anos. É um trabalho constante, diário e é “o” critério que não pode nunca falhar.

Numa visita ao passado, análise do presente, e vislumbre do futuro, a Elsa acha que aquilo que nos distingue no mercado é “o empenho no sucesso do cliente. Tudo tem que ver com o cliente e com os interesses deste”.

TETRAEPIK: O que fazemos bem?

Elsa: A dedicação a 100% aos projetos.

TETRAEPIK: O que fazemos mal?

Elsa: Dificuldade em abrir mão de alguns hábitos que vão ao encontro das necessidades e interesses do cliente, mas que nos podem tornar pouco competitivos enquanto empresa.

Diz que as suas expectativas em relação ao futuro residem no “crescimento sólido e sustentado da empresa” e, dando uso à sua habilidade de comunicar com o outro, chamou o génio da lâmpada e disse-lhe que o seu desejo é ver a TETRAEPIK a mostrar o seu chachachá em palcos internacionais.

Tentámos, com este artigo, dar-lhe a conhecer um pouco de quem é a Elsa. Tentámos, em vão, defini-la porque a verdade é que aquilo que a define é “o esforço constante para não ter definição”.

Parabéns, TETRAEPIK!

Mais um ano? Não, não é mais um ano.

Foi uma infinidade de momentos desfrutados. Momentos connosco próprios, momentos com as famílias, momentos com os amigos, momentos em equipa. Momentos de alegria, momentos de tristeza, (não muitos) momentos de calmaria, (bastantes) momentos de azáfama. Prazos apertados, projetos desafiantes, muitas linhas, muitas palavras, muitos contextos e muitas interpretações distintas. Tomadas de decisão, escolhas difíceis, pessoas diferentes e consensos necessários. Foram risos tímidos, gargalhadas estonteantes, conversas de trabalho e outras nem tanto. Foram desabafos e conselhos. Foram momentos de ponderação, de consciencialização e de avanço. Foi ouvir e ser ouvido, pedir opinião e dizer o que se pensa, discutir. Partilhar ideias e crescer.

Desafios. Arriscar e superar.

Afinal, és a aventura em que decidimos entrar juntos.

22 anos. Parabéns a ti, TETRAEPIK, parabéns a nós!