Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação

Desde 1969 que o Dia Mundial das Telecomunicações é celebrado no dia 17 de maio. Em 2006, ficou decidido que esta data deveria igualmente dar destaque à Sociedade da Informação, pelo que atualmente se celebra o Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade da Informação.

Na sua mensagem sobre este dia, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que “a tecnologia da informação pode ser um farol de esperança, permitindo que biliões de pessoas em todo o mundo se conectem” e que as novas tecnologias, do 5G à computação na nuvem e inteligência artificial, “são ferramentas poderosas para enfrentar os desafios mais prementes do mundo, incluindo a pandemia.”

É interessante refletir sobre como, de facto, nestes últimos meses, as tecnologias de comunicação e informação se tornaram ainda mais importantes. São elas que nos permitem divulgar e partilhar informação sobre a pandemia de COVID-19 e os cuidados que devemos ter, manter o contacto com familiares e amigos, trabalhar remotamente, continuar a aprender e educar. Mas não é só isto.

Os avanços nesta área permitem-nos, por exemplo, ter Internet suficientemente rápida nas nossas casas para conseguir ter vários dispositivos a fazer streaming de dados ao mesmo tempo, tornando compatíveis o trabalho e o entretenimento, fazer compras online, pagamentos digitais e sem contacto, e, deste modo, minimizar o risco de contágio pelo coronavírus. Permitem-nos aceder também a cuidados médicos por teleconsulta, manter a atividade física e mental através de apps e aulas online, combater o stress e a ansiedade através de apps dedicadas, além de permitirem às autoridades o rastreamento do contágio entre a população e até, recentemente, nas vésperas da abertura da época balnear, controlar de forma automática e sem contacto a lotação das praias.

Na TETRAPIK, achamos que estarmos conectados desta forma é um privilégio e que, por isso, não devemos desperdiçá-lo. Infelizmente, nem todos temos acesso a todas estas tecnologias. Há ainda um longo caminho a percorrer para levá-las a todas as populações no mundo inteiro.

Não obstante, todos nós, a nível individual, podemos ter um papel proativo, seja simplesmente ao utilizar as tecnologias de comunicação e informação ao nosso alcance de forma correta e sensata, ao partilhar a informação certa nas redes sociais, ou ao adotar novas apps e apoiar novos projetos tecnológicos, dando feedback para melhorar o seu desenvolvimento.

A nível coletivo, enquanto empresa de serviços linguísticos, uma das nossas tarefas é facilitar a divulgação e utilização dos produtos dos nossos clientes da área das tecnologias de comunicação e informação. Fazemo-lo através da localização dos seus produtos para várias línguas e pela tradução de todo o material de apoio e de marketing a eles associado.

Esta é, para nós, também uma forma de contribuir para fazer chegar o privilégio da conectividade e informação a um maior número de pessoas.

Como trabalhar a partir de casa quando NÃO se é freelancer

Dependendo do negócio e dos moldes em que o mesmo funciona, o teletrabalho tem-se vindo a verificar uma realidade do dia-a-dia de muitas pessoas por todo o globo. A pandemia COVID-19 é uma realidade presente diariamente e colocou em cima da mesa uma série de desafios e de obstáculos de vária ordem. O mundo abrandou, mas, para que não pare, cada empresa, funcionário, indivíduo criou ou aperfeiçoou os seus métodos de trabalho remoto.

A TETRAEPIK continua a funcionar como habitualmente, mudando apenas o facto de que, uma vez que encerrámos temporariamente os escritórios, a equipa não está fisicamente junta. Uma vez que nos adaptámos bem a esta nova realidade, decidimos partilhar consigo algumas dicas que nos ajudam a manter o ritmo e a qualidade do trabalho como se nada se tivesse alterado.

1. Horário definido, rotina e intervalos regulares

Antes de mais, e para que a cabeça não nos pregue partidas e achemos que estamos de férias, um horário definido e com que nos comprometamos é o primeiro passo para o trabalho a partir de casa funcionar.

Para além do horário laboral, manter (na medida do possível) o horário pessoal e as atividades que normalmente temos no nosso dia-a-dia é também uma boa forma de nos mantermos no ritmo rotineiro habitual.

Embora tudo isto seja importante, nunca se esqueça de fazer intervalos curtos e regulares. Verá que, ao fazê-lo, manterá a cabeça fresca e bons níveis de concentração por muito mais tempo, para além de que será muito mais produtivo.

2. Boa comunicação

Manter uma comunicação ágil e eficaz entre todos os membros da equipa é imprescindível para que o fluxo de trabalho não se altere. Aqui na empresa mantemos o Skype ligado e, quer por escrito, quer por chamada, estamos sempre em contacto uns com os outros.

3. As ferramentas certas

As ferramentas certas e à medida das nossas necessidades são muito importantes para uma boa gestão de projeto, um bom acompanhamento do cliente e uma boa comunicação, tanto com o cliente como com os membros da equipa.

4. O melhor espaço, dentro do possível

Ter um espaço reservado em casa para podermos trabalhar não é essencial, mas uma divisão onde possamos estar à vontade, munidos de computador, agendas e afins, ajuda muito. Pode ser um escritório, um quarto, ou qualquer outra zona, mas o que importa é que não haja distrações de maior e que possamos ter a sensação de que estamos efetivamente no nosso escritório na empresa.

5. Fazer o mesmo, de forma diferente

Neste momento em que vivemos, o mais importante é não parar. Os negócios, de forma mais ou menos visível, ressentem-se com qualquer acontecimento que agite as rotinas dos seus colaboradores e clientes. Alguns são os obstáculos, muitas as preocupações, mas, acima de tudo, há pessoas motivadas que ajudam a criar equipas eficientes e profissionais. Ainda que estando cada um na sua casa, manter o foco e continuar com o esforço e dedicação habituais é o que faz toda a diferença.

6. Checklist

Esta já é uma rotina que se tem no escritório e que convém trazer para casa: uma checklist com todas as tarefas para o dia. Ao longo do dia vamos gerindo essa lista, acrescentando, modificando e cumprindo tarefas. Quem é que não adora a sensação de dever cumprido que se tem ao fazer um check na to-do list? Eis uma boa forma de nos mantermos ativos e de assegurar o cumprimento de todas as tarefas.

7. Agenda

A nossa companheira de todos os dias, onde anotamos todas as tarefas que temos para realizar a médio e longo prazo. A par da checklist, a agenda é a responsável por mantermos os compromissos organizados e nunca corrermos o risco de falhar algum.

8. Atividade física

Pode não parecer uma prioridade e até pode parecer uma impossibilidade dado o confinamento a que estamos sujeitos por conta da pandemia, mas a verdade é que é muito importante que a vida continue a correr da forma mais “normal” possível.

No entanto, há um pormenor que se altera invariavelmente: o tempo que passamos sentados e a falta de atividade física típica de um dia de teletrabalho. Mesmo que não queiramos ceder ao sedentarismo e tentemos levantar-nos com regularidade, nem que seja para ir buscar café, acabamos por passar mais tempo sentados do que se estivéssemos no escritório. Posto isto, ainda que não possamos ou não queiramos fazer exercício físico intenso, uma aula virtual de pilates, yoga ou qualquer outra modalidade, pode ser muito importante para nos mantermos ativos e sãos, tanto física como mentalmente. Há uma série de alternativas pela internet fora, por isso, não há desculpa!

9. Trabalho é trabalho, descanso é descanso

Vai ser fácil confundir os dois mundos. Nos dias que correm, os espaços não se alteram, o cenário mantém-se e os rostos que vemos não diferem muito. Estamos em casa, com a nossa família e, por mais que façamos videochamadas com colegas de trabalho ou amigos, os rostos que vemos diariamente são os mesmos. Desta forma, as esferas trabalho e vida pessoal mesclam-se mais facilmente.

É importante, mais do que nunca, estabelecer barreiras e não trazer as preocupações e problemas de uma para a outra.

10. Manter a cabeça ocupada

Somos, todos os dias e de forma constante, inundados de lembretes acerca do coronavírus. Independentemente da forma como a informação nos chega: seja através de uma notificação, de uma publicação numa rede social, de uma notícia que nos chega de um qualquer meio de comunicação, ou até de uma conversa com família, amigos ou colegas de trabalho, o tema está sempre presente.

É importante criar limites para que esta realidade não nos consuma. É uma verdade, mais ou menos perto de nós, está a acontecer. Se já nos esforçamos por manter a saúde física, nossa e dos outros, aos nos isolarmos, então é tempo de nos preocuparmos também com a saúde mental.

Podemos e devemos manter-nos informados, mas devemos igualmente procurar espaços de fuga, distrações que nos deixem voar, ter vias de escape que nos permitam, tanto quanto possível, retirar o pensamento desta zona negra que nos persegue e nos assombra.

Se está a trabalhar, é natural que durante a sua atividade não pense em demasia no que o envolve. Mas, caso não esteja a trabalhar ou se tiver tempo livre após o horário laboral, procure dispensar aquele tempo que nunca teve para o projeto que está “na gaveta”, para ler aquele livro que anda há imenso tempo para ler, para ligar àquele amigo com quem não fala há muito tempo por falta de disponibilidade. Tente, acima de tudo, encontrar luz neste período tão negro em que vivemos.

E, tenha sempre presente, #vaificartudobem.

Deste lado, é assim que estamos a lidar com os novos desafios que os últimos eventos nos têm colocado no caminho. E desse lado, está a trabalhar em casa, teve de suspender a sua atividade ou, por outro lado, continua a trabalhar no seu local de trabalho habitual? Se está a trabalhar remotamente, qual é a dica indispensável que quer partilhar connosco?

P-EPIK-Precisão-Paula

Inauguramos um novo mês a falar-lhe de alguém que não gosta de estar sob a luz dos holofotes. “Não gosto de ter as atenções todas viradas para mim. Prefiro trabalhar em background”, diz. Que não lhe fizemos a vontade, isso está à vista. O que não está à vista – mas estará em breve – é quem é esta pessoa marcante de que vimos falar neste artigo.

Se cada um de nós é um membro que faz o corpo-TETRAEPIK mover-se, ou um órgão que o faz funcionar, a Paula é certamente o coração. E quanta precisão será necessária para que o coração obedeça às palpitações certas e faça a TETRAEPIK acordar, todos os dias, cheia de energia e com vontade de agarrar novos projetos?

Vamos descobrir…

Nome completo: Paula da Silva Dias Lopes

Idade: 48

Local de nascimento: Hamburgo, Alemanha

Formação académica: Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas, Variante Inglês/Alemão, Pós-Gradução em Tradução, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Estágio como tradutora no Parlamento Europeu no Luxemburgo

A aridez da vida dos seus pais, tal como a de tantos outros portugueses, fê-los voar para a Alemanha, país onde a Paula não só nasceu, como descobriu o mundo durante os seus primeiros 19 anos de vida.

A aterragem em Lisboa foi marcada por “um choque de culturas” e a língua assumiu um papel preponderante na vida da Paula. Descobrir o mundo foi, desde cedo, sinónimo de estudar línguas, ler livros e interpretar pessoas “para ter acesso a todas as informações que eu considerava importantes, para me integrar, para ser compreendida”.

Há uma aventura que a Paula recorda com especial emoção: o primeiro concerto do seu artista favorito, Bryan Adams, em Hamburgo. Até nos mais pequenos pormenores da sua vida a paixão pelas línguas esteve presente, uma vez que “com 15 anos andava com o dicionário a traduzir as letras das canções dele para perceber tudo!”.

Apesar de ser o órgão sentimental da empresa, no que à gramática diz respeito, é impiedosa. Tanto que lhe chamam “grammar nazi”. “Adoro gramática e gosto que se faça luz na escuridão das declinações e conjugações incorretas ou de outros erros gramaticais!” É sabido que o papel da Paula é o de partilhar: partilhar conhecimento, partilhar pensamentos e ideias, partilhar histórias engraçadas (habitualmente tendo a cadelinha Cookie e os gatinhos Fluffy e Speedy como personagens principais), partilhar mensagens de Skype carinhosas e inspiradoras com a sua equipa, porque “a palavra certa na altura certa consegue mover montanhas a nível pessoal, espiritual e profissional.”.

TETRAEPIK: – Diz-nos alguma coisa sem a qual não consegues passar o teu dia.

Paula: Sorrisos e risos. O humor é essencial. Rir de nós próprios, com a ajuda dos outros!

As línguas são um “work in progress”, “como são vivas, estão sempre a mudar, há sempre palavras novas, portanto estou sempre a aprender!” Para a Paula, é certo que o mesmo se passa com os seres humanos e as suas criações. Esta é uma certeza que a trouxe até à TETRAEPIK. Uma self-made woman, persistente como é e sem dar oportunidade à palavra “desistir”, desde a adolescência que almejou ter um projeto seu a nível profissional, projeto este que viu realizado aos 26 anos. É incapaz de “não ler um livro (ou ver um filme) até ao fim” e, seguindo-lhe o exemplo, aqui estamos todos empolgados para saber o que os próximos capítulos da história “TETRAEPIK” nos reservam.

TETRAEPIK: Como chegaste até à TETRAEPIK?

Paula: Parecia impossível, mas acreditámos. Éramos muito novos e faltavam-nos muitos conhecimentos em muitas áreas, mas fomos aprendendo à medida que foi necessário. Nunca nos negámos a nada: desde carregar secretárias, entrevistar pessoas, traduzir, rever, interpretar. Ainda fazemos o que é preciso quando é preciso. Costumo dizer que a TETRAEPIK foi o meu primeiro bebé. Tenho-o criado com muito amor, muita dedicação, muitas noites sem dormir, muito trabalho, muito sentido de responsabilidade, muitas férias furadas, muita dor de cabeça, mas, acima de tudo, muito orgulho.

A Paula, para além de sócia-gerente, é Operations Director e gere a equipa, controla dezenas de projetos com dezenas de deadlines diferentes e é formadora. “Não fujo aos desafios, embora às vezes fosse mais fácil fazê-lo”, diz. No seu dia-a-dia, tenta também trazer o carinho que sente pela sua língua materna a cada projeto que se propõe a fazer, seja numa tradução para um cliente que esteja do outro lado do globo, ou numa aula, muito embora nesta última seja sempre “mais profundo, por termos a pessoa à nossa frente”.

Avessa a conflitos e defensora acérrima da harmonia, acredita que tudo se constrói na base do respeito, da realização e de um ambiente onde cada funcionário se sinta bem. “A minha equipa é constituída por funcionários competentes, eficazes, bem formados, que, como se isso não bastasse, têm bom coração, trabalham bem em equipa e gostam do que fazem. Fazem parte de uma engrenagem bem oleada que trabalha para levar a TETRAEPIK para a frente”. Por esta razão, sente-se descansada e em paz. O orgulho que sente na sua equipa estende-se, indubitavelmente, aos restantes protagonistas do enredo: “Tenho a sorte de ter sócios que sabem fazer na perfeição o que eu não sei fazer bem”.

O seu lema dita que cada um de nós tem o dever de deixar este mundo um bocadinho melhor do que o encontrou quando nasceu. É por isso que a Paula nos enche, todos os dias, de boas energias que contagiam e de sorrisos rasgados que apaixonam. Acima de tudo, porque, como diz o seu filho, “nunca se sabe, mas sempre se sente”.

6 dicas para escolher uma agência de tradução

Na Era da Globalização em que vivemos, a capacidade de nos fazermos entender num outro local do mundo, de nos inserirmos numa outra realidade e de lidarmos com pessoas e entidades distintas é quase sempre determinante para o nosso sucesso e para o crescimento da nossa empresa.

Torna-se particularmente complicado escolher uma agência que possa ficar encarregue do nosso projeto, que derrube barreiras, mesmo quando falamos outra língua. Afinal, por vezes temos de entregar um documento original, que nos levou meses a conseguir, que custou dinheiro e que é precioso, ou temos de partilhar informações e até segredos, que nos deram tanto trabalho a produzir: uma tese de mestrado, um vídeo promocional ou um texto de marketing.

Seja qual for o caso, a avaliação e decisão entre profissionais do ramo linguístico é difícil. Há muita oferta no mercado, a página do Google enche-se de sugestões e nem sempre são claras as razões pelas quais se deve optar por uma ou outra agência ou até por outras soluções alternativas.

Para o ajudar na sua escolha, elaborámos 6 fatores diferenciadores a que deve dar prioridade quando estiver a escolher os profissionais para o acompanharem no seu projeto:

1. Acompanhamento:

Este é um ponto crucial na decisão. Se a agência procura atendê-lo de forma célere, mas completa, será, muito provavelmente, a escolha certa. É importante que este acompanhamento se estenda do pedido de orçamento à finalização do trabalho. Para além disso, para que possa decidir a quem deverá entregar o seu projeto, será de valorizar a preocupação da agência em entender exatamente aquilo que pretende.

Pessoa a falar ao telefone

2. Disponibilidade:

Há sempre alguém disponível para o atender, para o ajudar, para encontrar a melhor solução para as suas necessidades e para resolver algum problema que tenha surgido? Se sim, é sinal de que a empresa é de confiança e se preocupa com o cliente antes da adjudicação, durante o processo e depois da conclusão do trabalho.

3. Revisão:

A agência defende que o processo de tradução deve sempre incluir uma fase de revisão? Este é um bom indício de que o trabalho será executado de forma profissional e perfecionista.

Mãos a escrever em teclado

4. Conteúdos:

Leia os conteúdos do website da agência. Se tiver publicações, como, por exemplo, artigos num blog, melhor ainda! Aqui poderá ter um vislumbre do nível de qualidade de redação dos profissionais da agência que, naturalmente, se reverterá na qualidade dos seus trabalhos. Se a escrita for correta a nível ortográfico, de construção frásica e de fluidez do discurso, então, mais um ponto a favor dessa agência.

Coração ou "like" néon

5. Reconhecimento:

Há testemunhos positivos no website ou comentários agradáveis nas redes sociais da agência? Esse é um bom sinal. Se a agência colhe os elogios dos clientes, sejam eles grandes empresas ou particulares, é indicativo de trabalho bem executado e de uma conduta profissional.

6. Passa-palavra:

Alguém do seu núcleo de amigos ou familiares recorreu a algum serviço similar? A melhor recomendação é sempre aquela dada pelos que lhe são próximos, pelo que o melhor é pedir opinião a quem for da sua confiança.

Grupo de amigos a conversar e a rir

Naturalmente que não é obrigatório que a agência cumpra todos estes pré-requisitos, cada um deles é apenas um ponto a mais, uma segurança na tomada de decisão. Por exemplo, se a agência for de pequena dimensão, pode ser pouco conhecida e, por isso, não ser falada, o que não significa que seja uma má escolha. É importante pesar nos pratos da balança e avaliar caso a caso. Se, ainda assim, as dúvidas permanecerem, nada melhor do que contactar a agência e esclarecer todas as dúvidas.

Esperamos que, com a ajuda deste artigo, agora possa escolher de forma consciente, mais rápida e que todo o processo se torne também mais fácil.

E-EPIK-Eficiência-Elsa

Começamos o novo ano, e esta viagem na partilha de conteúdos, a falar de quem nós somos e das pessoas que constroem, a cada dia, o ADN da TETRAEPIK.

A primeira pessoa de quem vimos falar é da Elsa, um dos 4 sócios da empresa. Se a Eficiência tiver primeiro nome, é Elsa. Elsa Eficiência não fica muito bonito, pois não? Nem por isso, mas acreditem em nós, faz todo o sentido!

Ficha técnica:

Nome completo: Elsa Maria Pereira Gomes

Idade: 46 anos

Local de nascimento: Lisboa

Formação académica: Curso Superior de Tradução (ISLA)

Nasceu em Lisboa, no seio de uma família pequena, mas com grandes valores humanos.

Amante de um bom policial, viciada em Mentes Criminosas e com uma paixão assumida por Agatha Christie, a Elsa vibra com a adrenalina de uma boa trama. Se não tivesse agarrado “com as duas mãos a oportunidade de uma vida” e embarcado nesta viagem chamada TETRAEPIK, hoje estaria, certamente, a deslindar casos bicudos de investigação criminal.

Adora dançar e é sabido que, nas festas de aniversário da empresa, depois da refeição e de pôr a conversa em dia, assim que a música começa a tocar, lá está a Elsa a dar o seu pezinho de dança. Foi aos 24 anos que, num pas, não de deux, mas de quatre, fundou aquilo que viria a ser o projeto de uma vida: a empresa de serviços linguísticos que, desde que começara a trabalhar na área, sempre idealizou. Tinha conhecido outras realidades e digamos que nem todas as empresas bailam ao mesmo ritmo e a Elsa sabia exatamente o compasso certo para que a TETRAEPIK fosse um bonito espetáculo de dança.

Considera-se teimosa e gosta da palavra «resiliência». Talvez seja esse seu lado que lhe permite trazer valores como a resistência e o espírito de sacrifício à nossa empresa, que muito valiosos foram na altura que, para a Elsa, foi a mais difícil na vida da empresa: a recessão de 2002.

Por outro lado, aos seus olhos, o melhor momento teve lugar na “atribuição de um prémio internacional de qualidade”, em 2007. Significou o reconhecimento de um trabalho diário: trazer o melhor de nós a cada projeto.

É uma mulher confiante, segura e determinada e, numa espécie de autoscopia, disse:  “consigo (quase) sempre chegar ao sítio certo, mesmo que me vá perdendo ocasionalmente pelo caminho”. Foi capaz, e fá-lo diariamente, de trazer esta energia para a TETRAEPIK e sente “orgulho. O ter transformado uma coisa que tinha tudo para correr mal, numa coisa que tem corrido extraordinariamente bem”.

TETRAEPIK: Como é ser sócia e Quality Director da TETRAEPIK e quais os principais desafios que enfrentas?

Elsa: A sociedade é fácil. Tive a sorte e o privilégio de ter encontrado os sócios certos. Ser Quality Director é mais difícil. É a qualidade que nos define enquanto empresa e que nos permite estar no mercado com sucesso há 22 anos. É um trabalho constante, diário e é “o” critério que não pode nunca falhar.

Numa visita ao passado, análise do presente, e vislumbre do futuro, a Elsa acha que aquilo que nos distingue no mercado é “o empenho no sucesso do cliente. Tudo tem que ver com o cliente e com os interesses deste”.

TETRAEPIK: O que fazemos bem?

Elsa: A dedicação a 100% aos projetos.

TETRAEPIK: O que fazemos mal?

Elsa: Dificuldade em abrir mão de alguns hábitos que vão ao encontro das necessidades e interesses do cliente, mas que nos podem tornar pouco competitivos enquanto empresa.

Diz que as suas expectativas em relação ao futuro residem no “crescimento sólido e sustentado da empresa” e, dando uso à sua habilidade de comunicar com o outro, chamou o génio da lâmpada e disse-lhe que o seu desejo é ver a TETRAEPIK a mostrar o seu chachachá em palcos internacionais.

Tentámos, com este artigo, dar-lhe a conhecer um pouco de quem é a Elsa. Tentámos, em vão, defini-la porque a verdade é que aquilo que a define é “o esforço constante para não ter definição”.